Desembargadores Marcus da Costa Ferreira e Anderson Máximo tomam posse administrativa nas diretorias do CCOGE e do FFN das Corregedorias-Gerais de Justiça

O corregedor-geral da Justiça de Goiás, desembargador Marcus da Costa Ferreira, e o corregedor do Foro Extrajudicial  do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), desembargador Anderson Máximo de Holanda, foram empossados, nesta quarta-feira (14), respectivamente, como vice-presidente do Colégio de Corregedoras e Corregedores da Justiça do Brasil (CCOGE) e presidente do Fórum Fundiário Nacional (FFN) das Corregedorias-Gerais de Justiça, ambos para o exercício de 2026. A solenidade ocorreu na sede do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), onde também será realizada a posse formal, no próximo dia 10 de fevereiro, com a presença de todos os corregedores-gerais de Justiça do país e de toda a diretoria do CCOGE e do FFN.

Foram empossados ainda, como presidente do CCOGE, para o mesmo período, o corregedor-geral da Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Cláudio Brandão; e como vice-presidente, a corregedora-geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA), desembargadora Maria Elvina Gemaque Taveira.

Marcus da Costa Ferreira e Anderson Máximo de Holanda foram eleitos para compor a nova cúpula do CCOGE e do FFN durante o 96º Encontro de Corregedoras e Corregedores-Gerais de Justiça do Brasil (Encoge), realizado em novembro do ano passado. Nos novos cargos, Marcus da Costa Ferreira sucede o corregedor-geral do Estado de Santa Catarina, desembargador Luiz Antônio Zanini Fornerolli; e Anderson Máximo, o corregedor-geral do Foro Extrajudicial de Piauí (TJPI), desembargador Hilo Almeida Sousa.

O CCOGE tem como missão promover o aperfeiçoamento e a melhoria da prestação dos serviços (judicial e extrajudicial) no âmbito do 1º grau de jurisdição dos estados e do Distrito Federal, por meio da fixação de diretrizes, uniformização de métodos e critérios administrativos, respeitada a autonomia e as peculiaridades regionais; o incentivo e o intercâmbio de boas práticas adotadas pelas corregedorias gerais, com vistas à celeridade processual e aproximação da Justiça com a população; o estudo e o aprofundamento dos temas e das questões relacionadas à atividade correicional; o debate de problemas e proposição de soluções à Corregedoria Nacional de Justiça; bem como a defesa da autonomia administrativa e financeira das corregedorias gerais.

Já o FFN reúne corregedores, magistrados e servidores que atuam nos núcleos de regularização fundiária das corregedorias para fortalecer a governança fundiária e ambiental no Brasil, promover o diálogo e aprimorar as ações em todo o país. 

Fonte: TJGO

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